Um leiriense nunca perde o Castelo e o Lis de vista...
Mesmo quando viaja por aquém e além fronteiras
quarta-feira, fevereiro 10, 2010
quarta-feira, agosto 13, 2008
Notas de viagem - Espanha 2008 (Capítulo VI)
Para acabar o programa, duas repetições que tiveram novidades - na Casa Batlló, agora chega-se ao telhado e às chaminés; no La Boqueria, e inexplicavelmente, só agora descobri a famosíssima tasca do Pinotxo e o próprio em pessoa, que me aviou duas tazas de um excelente cava. Aquilo é um lugar normal do mercado, entre vendedores de fruta, que tem um movimento descomunal; estava tanta gente quando o localizei e tinha tanta fome, que fui comer um bocadillo a outro lado... Quando voltei, simplesmente já não havia sequer uma ‘botifarra’...
E pronto. Esta coisa acaba no aeroporto, a fazer horas para vueling ate Lisboa no meio de um mosquedo infernal; não me lembro de Espanha com tanta mosca - será da seca?
Notas de viagem - Espanha 2008 (Capítulo V)
Barcelona sempre
Notas de viagem - Espanha 2008 (Capítulo IV)
Património da Humanidade
(Dia 17 de Julho - quinta-feira) O primeiro dia a sério acordou chuviscoso, mas secou depressa, apesar de não haver sol. Já alterei o programa - vou mais tarde para Tarragona e já fui ver o Mercado de St Catarina. Arquitectonicamente é muito interessante, mas no resto não se compara com o La Boqueria. Agora flano até a hora do comboio…
As bilheteiras da Renfe funcionam pior que toda a CP junta e mais a Refer… É verdadeiramente insuportável demorar uma hora para comprar um bilhete.
Tarragona foi fixe, mas ainda bem que fui mais tarde, porque há pouco para ver além dos restos romanos. O Ramon foi um excelente guia e merece um mail de agradecimento. A cidade em si, e pelo que tive oportunidade de ver, é pouco interessante, um bocado acidentada morfologicamente, o que cansa imenso! Mas o que sobrou de Tarraco é fantástico e justifica bem que a cidade seja (toda ela!) Património da Humanidade.
Notas de viagem - Espanha 2008 (Capítulo III)
De facto, há vidas mais baratas... Mas efectivamente não prestam. Uns copos na Plaça Catalunya ao fim da tarde e um grande jantar no Palau de Mar - no caso no Cal Pinxo - são inolvidáveis. Mas para cima de caros.
Notas de viagem - Espanha 2008 (Capítulo II)
Através da Expo Zaragoza
(Dia 15 de Julho- terça-feira) O espaço da Expo está excelente, com edifícios belíssimos, limpeza sem reparos e boa presença de segurança. Mas é impensável visitar alguns pavilhões – Aquário, Espanha, Japão, França, Aragão e alguns asiáticos. Em contrapartida, China e Portugal nem moscas...
Não percebi o interesse de Portugal vir aqui mostrar rios espanhóis, ainda por cima quando a gestão dos seus caudais não é absolutamente pacifica. Do alto da minha ignorância, penso que devíamos mostrar qualquer coisa mesmo nossa; a produção de energia a partir das ondas ou mesmo os polis enquadravam-se melhor no tema - água e desenvolvimento sustentável. Aliás, Lisboa está presente pela 'reconciliação' com o rio...
Do que vi, aconselho os pavilhões das energias naturais, da seca e das cidades com água - precisamente onde figura Lisboa.
Dá a ideia que Zaragoza não ligou muito à Expo... Obras por todo lado, pó e barulho com muita fartura. Também têm muito a aprender quanto ao turismo... E há moscas com fartura.
Notas de viagem - Espanha 2008 (Capítulo I)
Por terras de Aragão
(Dia 14 de Julho - segunda-feira) Zaragoza é verdadeiramente uma ilha - rodeada de água por todos os lados... Incluindo por baixo e por cima…
Andar no AVE é excelente, mas as bilheteiras funcionam ao ritmo devagar, devagarinho ou paradas... Demora mais tempo a comprar os bilhetes que a fazer a ligação Barcelona/Zaragoza.
domingo, outubro 07, 2007
O Douro é uma paixão
Afinal, o Douro 'falou' mais alto e regressei às suas margens. Desci de Sabrosa ao Pinhão para fazer a marginal até à Régua; aqui chegado, meti-me num barco imitação dos rabelos, para um curto passeio Douro acima até à barragem de Bagaústre (e regresso, naturalmente).
Para variar, aqui fica mais uma nota gastronómica: esqueçam os preços e não percam um almoço no Douro In, em plena marginal da cidade. Garanto que não se arrependem! Que espectáculo de restaurante!
sábado, outubro 06, 2007
Um dia nas corridas
sexta-feira, outubro 05, 2007
Um dia... hic!... em branco
quinta-feira, outubro 04, 2007
Douro abaixo... Douro acima... Douro abaixo
Um comentário único: é imprenscindível fazer esta viagem, mas Outubro é um mês algo arriscado...
Gravuras encharcadas
Chuva, chuva e mais chuva! Para mais, é proibido usar chapéu de chuva durante a visita... O que valeu foi um impermeável que, previdentemente, faz parte do equipamento do carro.
Mesmo com chuva, a visita foi interessante, tendo eu escolhido a zona próxima de Castelo Melhor. Diz o guia que é a mais fácil de ver... Pelo menos é a que tem menor percurso a pé, o que é sempre uma vantagem.
Como não há fotos (a minha máquina não sabe nadar...), fiquem com uma foto tirada de Vila Nova de Foz Côa e com a necessária infromação gastronómica: quando forem para aqueles lados, perguntem onde fica o Restaurante Bruiço; não é fácil dar com ele, mas vale a pena procurar...
terça-feira, outubro 02, 2007
Por terras do Bandarra
segunda-feira, agosto 13, 2007
Notas de viagem - França 2007 (capítulo VIII)
O dia hoje rendeu. Sem chuva, com sol e calor, deu para ir aos Campos Elísios – ver que em França a Mercedes também faz saldos – voltar a Notre Dame e fotografar a Rua do Hélder.
Agora a bordo do TGV (!), e dando uso ao mp3, viajo ao lado de uma fulana que aposto ser portuguesa... Sentou-se e puxou de um livro; dois minutos depois desistiu da intelectualidade e desatou furiosamente a comer pistachios; agora adormeceu e deu para ver que anda a passear Amin Malouf – Les Identites Meuritrieres.
De resto a carruagem é dominada por adolescentes franceses – a caminho de férias – e espanhóis – de regresso de férias. A francesa que vai ao meu lado, do outro lado do corredor, até leva um gato.
Apesar de viajar de costas para o sentido de marcha, isto de andar de TGV não faz diferença para os outros comboios – só comprime os ouvidos nos túneis... Giro é o cheiro a queijo que vai chegando às minhas narinas... Como levo o saco aos pés vão pensar que não os lavo há eternidades.
Irún… transferência para o Sud-Express. Os bascos são umas bestas! Os bascos ou os ‘espanhóis’ que mandam nesta espécie de guarda fronteiriça… Senti-me transportado às filas de selecção dos SS na Alemanha nazi: passageiros para Portugal por aqui; passageiros para Espanha para ali. Quem demandava Espanha não foi sujeito a qualquer revista (pois… lá nem há terrorismo!); quem tinha Portugal como destino viu as suas bagagens passadas ao raio X (ou qualquer coisa semelhante) enquanto era submetido às maiores faltas de consideração pelos ‘guardas’ de serviço.
Passada aquela provação, o velho comboio constituiu um oásis, para o que contribuiu a simpatia de todo o pessoal. Parabéns à CP por isso, mas um cartão vermelho pelo material que coloca ao serviço daquela linha, porta de entrada em Portugal.
De resto, a viagem correu bem, mas o Sud-Express já não é o que era e gorou-se a minha intenção de viver o que sentiam os emigrantes de regresso a casa.
Notas de viagem - França 2007 (capítulo VII)
Paris, por estes dias, está cheia de espanhóis, italianos e, claro, japoneses... O jantar de hoje foi giro... Na mesa à minha frente, dois grupos de americanos comparavam imagens de telemóveis; à minha esquerda um casal de 'amigos' castelhanos curtia uma escapadela parisiense; à minha direita uma italiana carpia as mágoas de um noivo prepotente para outra – que suspeito familiar do dito cujo – que lhe ia aconselhando submissão. Se estes latinos soubessem quanto percebemos da sua língua, pediam o BI a quem estivesse nas proximidades…
A visita 'aérea' de Paris correspondeu às expectativas, salvo a chuva que me impediu de completar o percurso e, entre outras coisas menores, fotografar o 202 dos Campos Elísios...
Já fiz quase 800 fotos, mas desconfio que nem oito são dignas de registo.
Notas de viagem - França 2007 (capítulo VI)
Paris, finalmente. Um calor abrasador, e uma primeira conclusão; isto é uma sucessão de aldeias. Ninguém sabe onde é nada... Andei talvez uma hora à procura de uma rua. Até um tropa me mandou rigorosamente para o lado contrário... De resto... Os jardins das Tulherias, ao domingo, não são diferentes da feira de Leiria, a não ser talvez no multiculturalismo.
Quanto ao programa definido, o cruzeiro no Sena é sofrível e a vista das iluminações é fraca... Paris, cidade-luz é objectivamente um exagero e uma 'simples' imagem de marca.
Tudo bem. Isto é bom para intelectuais e novos ricos, mas revela bem a França... Um pais de parolos, tal como Portugal, que fez a sua 'grandeza' à custa de muitos outros... O obelisco da Praça da Concórdia – ‘o primeiro monumento de Paris – foi roubado no Egipto. O metro foi construído por portugueses. E hoje, tudo o que faz funcionar Paris é assegurado por imigrantes.
Mas vale a pena cá vir... Não só para conhecer, como para ficar a gostar mais de Portugal, como ainda para perceber o quão detestáveis são as cidades imperiais – Madrid é igual e, pelo contrário, Barcelona é amigável. é uma grande cidade à nossa escala.
Uma nota para o hotel; mais velho que o de Bayeux mas melhor: a casa de banho existe, tem ar condicionado e frigorífico. Ao lado é a CGD e à frente existe um restaurante madeirense...
Notas de viagem - França 2007 (capítulo V)
Notas de viagem - França 2007 (capítulo IV)
Quanto à visita guiada, vale a pena, claro, mas penso que eles inventam um bom bocado... Estou convencido que andei por sítios ‘importantíssimos’ que nem alemães nem aliados conheceram.
Notas de viagem - França 2007 (capítulo III)
O dia começou aparentemente mal, com um atraso de uma hora, mas tudo se compôs. Excepto o tempo, cinzento e sempre a ameaçar chuva. Que felizmente só caiu enquanto estive dentro do carro.
Vamos a ver se a pilha de queijos chega a casa em condições... Para já, uma das meninas do hotel foi simpática e emprestou um bocado de frigorifico. Ao contrário do animal que 'fez' de recepcionista da noite, que não fez nada para me ajudar a debelar uma terrível dor muscular.
Notas de viagem - França 2007 (capítulo II)
A viagem começou logo com uma contrariedade... Um Boeing em vez de um Airbus, mas tudo bem. A viagem foi boa, apesar de me parecer que podia ter trazido pára-quedas... Tenho ideia que sobrevoamos a Normandia. O pior foi depois... O transfer, com um argelino ao volante, demorou horas a deixar-me em St Lazare e ainda por cima o comboio saiu brutalmente atrasado; resultado... um dia perdido em transportes. O hotel não é mau de todo (apesar de ficar a léguas dos nossos três estrelas), o restaurante é bom, mas os preços escaldam...