
Olá
Cá estou de novo (não há fome que não dê em fartura, não é?), agora para resumir outros seis dias, seis, em Barcelona.
Comecemos então pelo princípio. E o princípio foi no dia 25 de Julho (há um mês, já...) com um voo matutino (Vueling, desculpem a 'propaganda') e que trouxe a primeira contrariedade: a minha mala foi assaltada algures entre o check in em Lisboa e a passadeira de recolha em Barcelona: uma t-shirt e quatro maços de tabaco ficaram pelo caminho.
Que se lixe! Finalmente encontrei um hotel que tivesse quartos (e WC) decentes, bem noc entro da cidade: é verdade que fica carote, mas compensa e fiquei realmente bem instalado.
Como em qualquer viagem, comecei por ir confirmar que as Ramblas estavam no mesmo sítio... Estavam! O que não estava era a sinanoga... encontrei placas, inscrições anti-judaicas mas a dita cuja... nada. Ao jantar, num dos restaurantes do 'Palau de mar', uma surpresa bem agradável: um empregado brasileiro (por acaso chegado de Londres...).
"Gracias a la vida... que me ha dado tanto"... conhecem? Violeta Parra, uma poetisa chilena que se suicidou, escreveu uma coisa belíssima e que me acompanhou todos estes dias em Barcelona. De facto, quando estamos bem não custa reconhecer a 'boa vontade' da vida para connosco!
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